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domingo, 13 de junho de 2010

Reflita

Quino, Autor da “Mafalda”, desiludido com o rumo deste século no que respeita a valores e educação, deixou impresso nos cartoons o seu sentimento








Para reflexão...
Precisa-se de seres humanos com qualidade para realizações com qualidade.
Precisa-se de seres humanos que não façam suas tarefas por obrigação,

mas sim por consciência, por prazer.
Precisa-se de seres humanos que vivam seus casamentos com ternura e amizade.
Precisa-se de seres humanos que sejam pais, e não simples procriadores e mantenedores.
Precisa-se de seres humanos que sejam amigos, e não simplesmente colegas.
Precisa-se de seres humanos que tenham Deus como aliado, e não como um adversário.
Precisa-se de seres humanos que vejam a vida como uma dádiva, e não como um fardo.
Porque são eles que vão construir um mundo digno de viver."






sexta-feira, 11 de junho de 2010

Passe livre já

E ai gente, vamos LUTAR POR NOSSOS DIREITOS...
Participem da comunidade.

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=53935101

Esse é um direito garantido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Porém, mais que uma bandeira de luta estudantil, é uma
bandeira social. Com o Passe Livre, as família terão a oportunidade de
reverter o dinheiro que gastavam com passagem para a saúde, educação,
lazer, cultura.

Em várias cidades do Brasil, o Passe Livre é realidade.
Em João Pessoa, a discussão vem sendo desvirtuada e tratorada pelo
poder público e pelos empresários.

Discuta aqui o Projeto de Iniciativa Popular, os aumentos de passagem,
a qualidade do transporte coletivo da nossa cidade.

LBD:
"Art. 10 Os Municípios incubir-se-ão de: VII - assumir do transporte
escolar da rede municipal"
"Art. 11 Os Estados incubir-se-ão de: VI - assumir do transporte da
rede estadual"

NOSSA LUTA NÂO CESSARÀ


AOS QUE HESITAM


Bertolt Brecht

Você diz:
Nossa causa vai mal.
A escuridão aumenta.
As forças diminuem.
Agora, depois que trabalhamos tanto tempo,
Estamos em situação pior que no início.

Mas o inimigo está mais forte do que nunca.
Sua força parece ter crescido.
Ficou com aparência de invencível.
Mas nós cometemos erros, não há como negar.
Nosso número se reduz.
Nossas palavras de ordem estão em desordem.
O inimigo distorceu muitas de nossas palavras, até ficarem irreconhecíveis.

Daquilo que dissemos, o que agora é falso: tudo ou alguma coisa?
Com quem contamos ainda?
Somos o que restou,
Lançados fora da corrente viva?
Ficaremos para trás,
por ninguém compreendidos e a ninguém compreendendo?

Precisamos ter sorte?

Isto você pergunta.
Não espere nenhuma resposta senão a sua.

Páááátria liiiiiiiiivreeeeeeeeeeeee, VENCEREMOS !

Programação XXXII ENESS

XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE SERVIÇO SOCIAL

Por um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres”. (Rosa Luxemburgo)

Como será o amanhã?


EIXOS TEMÁTICOS

  • CONJUNTURA

Mesa-redonda : “A organização da classe trabalhadora frente à crise econômica mundial.”

Eixo I: As forças de esquerda, a redução do Estado e os revezes para a construção da contra-hegemonia. (Propostas de palestrantes: Elaine Beringh e César Albenes)

Eixo II: As lutas sociais e as alternativas das organizações sociais de enfrentamento ao Imperialismo do Capital. (Proposta de palestrantes: MST/CONLUTAS/JOSÉ PAULO NETTO).

  • CULTURA

Mesa-redonda : “O Serviço Social e a cultura, discutindo para transformar.”

Eixo I: A cultura do Serviço Social Brasileiro.(Proposta de palestrantes: Carina Moijo – UFJF/ Marina Maciel-UFMA) -

Eixo II: O papel ideológico dos meios de comunicação na disputa pela hegemonia.(Proposta de palestrantes:Arbex/Marina Maciel -UFMA)

  • OPRESSÕES

Plenárias – CONSTRUÇÃO COLETIVA DE ESTUDANTES, PROFESSORES, TRABALHADORES, MOVIMENTOS SOCIAIS, COMUNIDADE…

  • FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Mesa-redonda : Estágio e formação profissional em xeque.”

Eixo I: Os desafios para implementação das diretrizes curriculares da ABEPSS e da PNE.

Eixo II: O estágio enquanto processo constitutivo da práxis profissional e o processo de precarização do trabalho.

1. Sâmia Rodrigues– ABEPSS Nacional (UFRN)

2. Aparecida Milanez – ABEPSS discente nacional.


  • UNIVERSIDADE

Mesa-redonda : A Universidade brasileira e a disputa ideológica entre projetos.”

Eixo I: A reforma universitária brasileira: ENADE, EAD e o REUNI. (ANDES- Larissa Dahmer)

Eixo II: A trajetória do ME na luta pela Reforma Universitária. (Filipe Saraiva)

Eixo III: Concepção de universidade e sua função social: uma alternativa para a classe trabalhadora. (MST).


  • MOVIMENTO ESTUDANTIL

Mesa-redonda :A cultura política do Movimento estudantil e a aliança estratégica com os trabalhadores.”

Eixo I: Papel do ME e representatividades.

Eixo II: Articulação dos movimentos em redes.

Eixo III: ENESSO é pra lutar: papel da entidade para a organização dos estudantes de Serviço Social.

1. ENESSO

2. Marcelo Braz

3. REJUMA – Rede de Juventude pelo Meio Ambiente

4. Maria Beatriz Abramides – PUC – SP

MESS - Movimento Estudantil de Serviço Social

O Movimento Estudantil de Serviço Social (MESS) apresenta-se em uma estrutura democrática e participativa, através dos seus fóruns de discussão e deliberação. Concordamos com VASCONCELOS e SAMPAIO (1, 2003) quando afirmam que:

(…) a estrutura do MESS a partir do; CORESS-Conselho Regional de Entidades Estudantis de Serviço Social, o ERESS-Encontro Regional de Estudantes de Serviço Social, o CONESS-Conselho Nacional de Entidades Estudantis de Serviço Social, o ENESS-Encontro Nacional dos Estudantes de Serviço Social e os SFPMESS-Seminários de Formação Profissional e MESS, legados da década de 60 é a forma mais democrática que o MESS construiu. Através dos Conselhos que definem as programações dos encontros, os ERESS’s que prepara os estudantes para o ENESS, os SFPMESS’s como espaços formativos e o ENESS fórum máximo do MESS

domingo, 30 de maio de 2010

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Centro Acadêmico de Serviço Social vem por meio dessa nota esclarecer a nossa posição diante das Eleições do DCE que ocorrerão nos dias 31 de maio e 1° de junho.

Alguns alunos de Serviço Social estão afirmando que o Centro Acadêmico está apoiando, para a Eleição do DCE, a chapa 2: "Se liga na novidade". Pois corrigindo o erro, viemos esclarecer que apoiamos a Chapa 1, "Vira Mundo" , pois tem uma proposta mais coerente e política na qual o CASS se identificou, vemos que a Chapa 1 realmente está apta a tomar posse do DCE e retomar as funções reais do DCE UFPB, e fortalecer o Movimento Estudantil a nível paraibano. É consenso no CASS que a Chapa "Vira Mundo" que a universidade se pinte de povo, é a que mais tem um discurso coerente com o CASS, com o MESS (Movimento Estudantil de Serviço Social) e com a própria temática do Curso de Bacharelado em Serviço Social.

E lembrando que alunos independentes do Curso podem apoiar a chapa que mais se identificarem, como alunos em si, mas o Centro Acadêmico, que é representação dos Estudantes e do Movimento Estudantil de Serviço Social apoia a CHAPA 1 , VIRA MUNDO.

Venho também informar que a Urna de Serviço Social para as eleições do DCE se encontrará na Praça da Alegria, dia 31/05 e 01/06, em todos os horários.

Shellen Baptista Galdino,

CASS UFPB, Gestão: Minha Luta Não CeSSará 2009/2010

Comissão de Cultura, comunicação e imprensa.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Agressão a estudante dentro da UFPB

NOTA DE REPÚDIO:
O Centro Acadêmico de Serviço Social, vem a público protestar contra
a recusa da Delegada de Polícia da 4a. Delegacia Distrital em tratar como caso de racismo a agressão sofrida pela estudante africana de Letras Kadija Tu, africana de 23 anos e natural de Guiné Bissau, vítima de ofensas verbais e chutes no abdômen dentro do Campus I da Universidade Federal da Paraíba, no dia 24 de abril. Esta comissão EXIGE das autoridades competentes a aplicação da Lei nº 7.716/89, que define os crimes de racismo, incluindo a devida e zelosa apuração dos fatos com vias a punir, no caso da constatação de crimes, o responsável pela agressão da estudante.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, para a delegada Juvanira Holanda, encarregada da questão, na 4ª Delegacia Distrital de João Pessoa, o acusado de agredir a estudante africana a chutes dentro da UFPB e de cometer ato de preconceito contra a estrangeira não deve responder por racismo nem por lesão corporal, por isso está sendo investigado apenas por injúria e vias de fato. Segundo ela chamar uma pessoa de negro não configura crime de racismo e chutar o abdômen não é lesão corporal, pois, apesar de uma testemunha afirmar que o agressor disse "pega essa negra-cão", não houve racismo, pois, para caracterizá-lo teria que “ter uma série de coisas, como impedir o acesso de um negro a educação”.
Conforme a delegada, houve apenas uma discussão simples e a estudante só foi internada no Hospital de Emergência e Trauma devido a seu estado emocional abalado, porque ficou preocupada e não tem família no Brasil. Mas, como se isso fosse muito, prometeu mandar um perito fazer exames nela...
Caso sejam confirmados os fatos, lamentamos que casos de racismo, de
tamanha gravidade, sejam menosprezados dessa forma, concorrendo para a impunidade que desprotege as vítimas e torna a lei uma ficção. Se toda atitude criminosa for assim considerada, o país nunca punirá os crimes de racismo definidos em lei.
A Secretaria de Segurança da Paraíba deve prestar contas para com a
população, sobre como vai tratar uma agressão covarde e injustificável a uma mulher, negra, estrangeira e africana, ainda por cima. Precisa mostrar que não haverá conivência com crimes dessa gravidade, e compromisso com o objetivo do Estado Democrático de Direito, que é combater a intolerância e a discriminação racial.
O Estado brasileiro através de seus agentes tem a obrigação de apurar devidamente os fatos, punir o responsável caso seja enquadrado nos crimes de racismo e lesão corporal. Não é possível minimizar uma conduta delituosa neste caso em que pelo contrário, deve-se trabalhar com o maior zelo possível, pois a vítima, além de tratar-se de mulher de cor, é estrangeira. O Brasil deve mostrar que o tempo de discriminação é passado, e que a todos são garantidos os direitos fundamentais; não podemos continuar na cultura de tudo pode fazer-se contra quem é preto, mulher ou estrangeiro, e neste caso a vítima reúne todas as qualidades de vulnerabilidade e goza de proteção expressa em lei. A sociedade não deve apenas denunciar mas exigir uma resposta a estes fatos que mancham a imagem do Brasil e dos brasileiros.
Com razão lamenta a comunidade africana da UFPB, que “Não podemos
admitir que atos como este se repitam. É uma vergonha”.


RESUMO DO CASO:
Conforme noticiado nos jornais, a estudante de Letras Kadija Tu,
africana de 23 anos e natural de Guiné Bissau, mora e estuda em João
Pessoa com base em convênio estudantil entre o Brasil e Guiné Bissau, Kadija andava por um dos corredores do Centro de Educação do campus quando foi abordada por cantada e gestos obscenos feitos por um vendedor de cartões de crédito. Quando Kadija exigiu respeito e se indignou contra a atitude do agressor, ele iniciou agressões verbais e xingamentos racistas, seguidos por agressão física tão grave, incluindo chutes no abdômen, que ela precisou ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde
permanece em observação e sem acompanhante, pois colegas da jovem não tiveram acesso ao interior do hospital, apesar dela não ter nenhum familiar no Brasil.
Amigos da vítima oficializaram uma denúncia contra o agressor, este
foi detido pela Polícia Militar e levado para a 4ª Delegacia Distrital do Geisel, onde prestou depoimento e liberado em seguida, pois,segundo a delegada, trata-se apenas de delitos de injúria e vias de fato, de menor potencial ofensivo, com pena máxima de até 2 anos.
Para a delegada da 4ª Delegacia Distrital de João Pessoa, Juvanira
Holanda, o acusado de agredir a estudante africana a chutes dentro da UFPB e de cometer ato de preconceito contra a estrangeira não deve responder por racismo nem por lesão corporal, por isso está sendo investigado apenas por injúria e vias de fato. Para a delegada, chamar uma pessoa de negro não configura crime de racismo e chutar o abdômen não é lesão corporal. Segundo a delegada, apesar de uma testemunha afirmar que o acusado disse "pega essa negra-cão", não houve racismo, pois, para caracterizá-lo tem que ter “uma série de coisas, não é só chegar e falar "sua branca", "seu negro" ou "seu negro safado", só caracteriza racismo quando, por exemplo, você impede o acesso de um negro a educação”. Ainda, de acordo com a delegada, o acusado negou ter chamado a estudante de negra, pois ele também diz ser negro e afirma que a estudante o empurrou e correu atrás dele.
Para a delegada somente houve uma discussão simples e a estudante foi internada no Hospital de Emergência e Trauma devido a seu estado
emocional abalado, porque ficou preocupada e não tem família no
Brasil. Mas prometeu mandar um perito fazer exames nela.