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domingo, 30 de maio de 2010

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Centro Acadêmico de Serviço Social vem por meio dessa nota esclarecer a nossa posição diante das Eleições do DCE que ocorrerão nos dias 31 de maio e 1° de junho.

Alguns alunos de Serviço Social estão afirmando que o Centro Acadêmico está apoiando, para a Eleição do DCE, a chapa 2: "Se liga na novidade". Pois corrigindo o erro, viemos esclarecer que apoiamos a Chapa 1, "Vira Mundo" , pois tem uma proposta mais coerente e política na qual o CASS se identificou, vemos que a Chapa 1 realmente está apta a tomar posse do DCE e retomar as funções reais do DCE UFPB, e fortalecer o Movimento Estudantil a nível paraibano. É consenso no CASS que a Chapa "Vira Mundo" que a universidade se pinte de povo, é a que mais tem um discurso coerente com o CASS, com o MESS (Movimento Estudantil de Serviço Social) e com a própria temática do Curso de Bacharelado em Serviço Social.

E lembrando que alunos independentes do Curso podem apoiar a chapa que mais se identificarem, como alunos em si, mas o Centro Acadêmico, que é representação dos Estudantes e do Movimento Estudantil de Serviço Social apoia a CHAPA 1 , VIRA MUNDO.

Venho também informar que a Urna de Serviço Social para as eleições do DCE se encontrará na Praça da Alegria, dia 31/05 e 01/06, em todos os horários.

Shellen Baptista Galdino,

CASS UFPB, Gestão: Minha Luta Não CeSSará 2009/2010

Comissão de Cultura, comunicação e imprensa.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Agressão a estudante dentro da UFPB

NOTA DE REPÚDIO:
O Centro Acadêmico de Serviço Social, vem a público protestar contra
a recusa da Delegada de Polícia da 4a. Delegacia Distrital em tratar como caso de racismo a agressão sofrida pela estudante africana de Letras Kadija Tu, africana de 23 anos e natural de Guiné Bissau, vítima de ofensas verbais e chutes no abdômen dentro do Campus I da Universidade Federal da Paraíba, no dia 24 de abril. Esta comissão EXIGE das autoridades competentes a aplicação da Lei nº 7.716/89, que define os crimes de racismo, incluindo a devida e zelosa apuração dos fatos com vias a punir, no caso da constatação de crimes, o responsável pela agressão da estudante.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, para a delegada Juvanira Holanda, encarregada da questão, na 4ª Delegacia Distrital de João Pessoa, o acusado de agredir a estudante africana a chutes dentro da UFPB e de cometer ato de preconceito contra a estrangeira não deve responder por racismo nem por lesão corporal, por isso está sendo investigado apenas por injúria e vias de fato. Segundo ela chamar uma pessoa de negro não configura crime de racismo e chutar o abdômen não é lesão corporal, pois, apesar de uma testemunha afirmar que o agressor disse "pega essa negra-cão", não houve racismo, pois, para caracterizá-lo teria que “ter uma série de coisas, como impedir o acesso de um negro a educação”.
Conforme a delegada, houve apenas uma discussão simples e a estudante só foi internada no Hospital de Emergência e Trauma devido a seu estado emocional abalado, porque ficou preocupada e não tem família no Brasil. Mas, como se isso fosse muito, prometeu mandar um perito fazer exames nela...
Caso sejam confirmados os fatos, lamentamos que casos de racismo, de
tamanha gravidade, sejam menosprezados dessa forma, concorrendo para a impunidade que desprotege as vítimas e torna a lei uma ficção. Se toda atitude criminosa for assim considerada, o país nunca punirá os crimes de racismo definidos em lei.
A Secretaria de Segurança da Paraíba deve prestar contas para com a
população, sobre como vai tratar uma agressão covarde e injustificável a uma mulher, negra, estrangeira e africana, ainda por cima. Precisa mostrar que não haverá conivência com crimes dessa gravidade, e compromisso com o objetivo do Estado Democrático de Direito, que é combater a intolerância e a discriminação racial.
O Estado brasileiro através de seus agentes tem a obrigação de apurar devidamente os fatos, punir o responsável caso seja enquadrado nos crimes de racismo e lesão corporal. Não é possível minimizar uma conduta delituosa neste caso em que pelo contrário, deve-se trabalhar com o maior zelo possível, pois a vítima, além de tratar-se de mulher de cor, é estrangeira. O Brasil deve mostrar que o tempo de discriminação é passado, e que a todos são garantidos os direitos fundamentais; não podemos continuar na cultura de tudo pode fazer-se contra quem é preto, mulher ou estrangeiro, e neste caso a vítima reúne todas as qualidades de vulnerabilidade e goza de proteção expressa em lei. A sociedade não deve apenas denunciar mas exigir uma resposta a estes fatos que mancham a imagem do Brasil e dos brasileiros.
Com razão lamenta a comunidade africana da UFPB, que “Não podemos
admitir que atos como este se repitam. É uma vergonha”.


RESUMO DO CASO:
Conforme noticiado nos jornais, a estudante de Letras Kadija Tu,
africana de 23 anos e natural de Guiné Bissau, mora e estuda em João
Pessoa com base em convênio estudantil entre o Brasil e Guiné Bissau, Kadija andava por um dos corredores do Centro de Educação do campus quando foi abordada por cantada e gestos obscenos feitos por um vendedor de cartões de crédito. Quando Kadija exigiu respeito e se indignou contra a atitude do agressor, ele iniciou agressões verbais e xingamentos racistas, seguidos por agressão física tão grave, incluindo chutes no abdômen, que ela precisou ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde
permanece em observação e sem acompanhante, pois colegas da jovem não tiveram acesso ao interior do hospital, apesar dela não ter nenhum familiar no Brasil.
Amigos da vítima oficializaram uma denúncia contra o agressor, este
foi detido pela Polícia Militar e levado para a 4ª Delegacia Distrital do Geisel, onde prestou depoimento e liberado em seguida, pois,segundo a delegada, trata-se apenas de delitos de injúria e vias de fato, de menor potencial ofensivo, com pena máxima de até 2 anos.
Para a delegada da 4ª Delegacia Distrital de João Pessoa, Juvanira
Holanda, o acusado de agredir a estudante africana a chutes dentro da UFPB e de cometer ato de preconceito contra a estrangeira não deve responder por racismo nem por lesão corporal, por isso está sendo investigado apenas por injúria e vias de fato. Para a delegada, chamar uma pessoa de negro não configura crime de racismo e chutar o abdômen não é lesão corporal. Segundo a delegada, apesar de uma testemunha afirmar que o acusado disse "pega essa negra-cão", não houve racismo, pois, para caracterizá-lo tem que ter “uma série de coisas, não é só chegar e falar "sua branca", "seu negro" ou "seu negro safado", só caracteriza racismo quando, por exemplo, você impede o acesso de um negro a educação”. Ainda, de acordo com a delegada, o acusado negou ter chamado a estudante de negra, pois ele também diz ser negro e afirma que a estudante o empurrou e correu atrás dele.
Para a delegada somente houve uma discussão simples e a estudante foi internada no Hospital de Emergência e Trauma devido a seu estado
emocional abalado, porque ficou preocupada e não tem família no
Brasil. Mas prometeu mandar um perito fazer exames nela.

sábado, 15 de maio de 2010



Olhem aí estudantada da UFPB!


PRÉ-ERESS


Terça-feira, dia 18 de maio de 2010, estará ocorrendo um debate prévio sobre os acontecimentos do ERESS, que será realizado em Mossoró-RN entre os dias 3 a 6 de Junho.


A intenção deste debate é justamente para esclarecer qualquer dúvida sobre alojamento, transporte, alimentação, programação,levantamento do numero de estudantes que estarão participando do encontro, etc.

Não deixem de participar!



sexta-feira, 7 de maio de 2010

I JORNADA INTERNACIONAL
DE ESTUDOS
LATINO-AMERICANOS DA UFPB



PROGRAMAÇÃO:


Dia: 21.05. 2010 – 14:00h (Auditório do Centro de Educação)

AMÉRICA LATINA E O SOCIALISMO NO SÉCULO XXI
Palestrante:
Atílio Borón – Universidad de Buenos Aires

Dia: 21.05. 2010 – 19:00h (Auditório do Centro de Educação)

IMPERIALISMO ESTADUNIDENSE E A OFENSIVA BÉLICA NA AMÉRICA LATINA
Palestrantes:
Andrea Vlahusic – Universidad de Buenos Aires
Lúcio Flávio – UFPB
Renato Kilpp – UFCG

Dia: 22.05. 2010 (Sábado) – 09:00h (Sala 406 do CCHLA)

CULTURA, RAÇA E CLASSES NO MOVIMENTO INDÍGENA BOLIVIANO
Palestrantes:
Pablo Stefanoni – Jornal Le Mond Diplomatic Bolívia
Gonzalo Rojas – UFCG
Vamberto Spinelli - GEPALC/UFPE


PROMOÇÃO: CCHLA/PPGH/GEPALC - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS DA AMÉRICA LATINA CONTEMPORÂNEa
Apoio: ADUFPB


quinta-feira, 6 de maio de 2010




Depois de conturbados acontecimentos, que envolveram a realização do XXXIII ERESS - Região II a Comissão Organizadora se deparou com uma significativa mobilização por parte do C.A da UERN que se mostrou interessado em sediar-lo, desta forma torna-se publica a realização do ERESS, que acontecerá no período de 3 a 6 de junho em Mossoró-RN. Com o tema: "Sonha e serás livre de espírito. Luta e serás livre na vida".

As inscrições começam a partir de hoje, dia 06 de maio a 20 do respectivo mês. No valor de R$ 70,00, com Alimentação e R$ 50,00, sem Alimentação.
Em breve daremos maiores informações de como proceder para a inscrição.
Mais informaçõesdireto no Blog: http://casrruern.blogspot.com/

terça-feira, 4 de maio de 2010

Plenária estudantil decide manter a ocupação e exige retomada imediata no processo de entrega das carteiras de estudante

Na manhã de ontem (30), uma plenária estudantil deliberou pela permanência da ocupação na sede do Diretório Central dos Estudantes da UFPB (DCE/UFPB) e discutiu sobre a retomada do processo de distribuição das carteiras de identificação estudantil. A ocupação foi realizada na noite da última quarta-feira (29), como forma de exigir a realização de novas eleições e a prestação de contas da entidade.

Pela manhã, aproximadamente 300 pessoas acompanharam as intervenções dos manifestantes, que além de reivindicarem novas eleições para a entidade e a efetivação da prestação de contas, cobraram agilidade na retomada do processo de distribuição das carteiras de estudante.

Segundo o estudante Alexandre Santos, a distribuição das carteiras está sujeita a participação da antiga diretoria da entidade. “Não existe a possibilidade de manter o DCE aberto sem que sejam repassadas as informações sobre o processo de confecção das carteiras. No momento não há sinais de onde estes documentos estejam”, explicou.

Policiais federais e seguranças da universidade constataram a ausência das carteiras de estudante no momento da ocupação, registrando o fato através de fotos e vídeos. Durante todo o dia representantes da antiga diretoria executiva foram contatados, mas em nenhum momento atenderam ou retornaram as ligações.

Na tarde desta sexta-feira (30), os estudantes planejam uma nova reunião na em frente ao Diretório Central dos Estudantes, e informam que maiores informações sobre a ocupação podem ser conferidas através do endereço www.pelofimdaimpunidade.blogspot.com.

CARTA ABERTA AOS ESTUDANTES

Vimos por meio desta, esclarecer os fatos que vêm ocorrendo no âmbito do Diretório Central dos Estudantes da UFPB (DCE/UFPB).

1. A gestão “Chega de Conversa”, eleita em fevereiro de 2009, terminou em fevereiro deste ano, recusando-se até o presente momento a realizar novas eleições.

2. Tal gestão não realizou a prestação de contas da entidade, tomando pra si um valor de aproximadamente R$ 200.000,00, obtidos através da confecção de carteiras de estudantes.

3. No dia 20 de abril, a reunião do Conselho de Entidade de Base (Coebe) legitimou a formação de uma Comissão Gestora, cabendo a esta manter o processo de distribuição das carteiras de estudante e em conjunto com a Comissão Eleitoral dar início ao processo de eleições.

4. Na tentativa de tornar o processo mais transparente e democrático, duas vagas da Comissão Gestora foram destinadas aos representantes do grupo “Chega de Conversa”, que até o presente momento não se manifestaram sobre a ocupação das mesmas.

5. Neste contexto, estudantes e membros da Comissão Gestora julgaram legítima a proposta de ocupação do Diretório Central dos Estudantes, no sentido de efetivar as deliberações anteriormente aprovadas no Coebe. Dessa forma, na noite da última quarta-feira, aproximadamente cem estudantes presenciaram a ocupação da sede administrativa do diretório.

6. No presente momento a Comissão Gestora trabalha em conjunto com o Ministério Público, no sentido de reaver as carteiras de estudantes retiradas da sede da entidade, além da obtenção da prestação de contas para que se possa haver controle no processo de confecção e distribuição das carteiras estudantis.

Frente de Ocupação do Diretório Central dos Estudantes / UFPB